A Inês de Medeiros, coitada, lá continua à espera do Conselho de Administração da Assembleia e nós todos esperamos que o auditor jurídico se mova, não pela "legalidade" da coisa, mas que leia Rawls e que na dita resolução do Conselho se aplique uma norma anti-paraquedismo; seria até bem "legalista" que a dita deputada viesse representar o círculo eleitoral de Lisboa, convivendo num 24/7 com os verdadeiros lisboetas das tascas.
Para lá de Babilónia, o ácido continua a corroer as paredes das instituições e esperamos que, juntamente com a base tenhamos uma reação química puramente democrática onde se conserve o sal necessário para temperar os corações, as ambições e os projetos.
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