Ainda há cerca de uma semana, Zapatero vivia aqueles últimos cinco minutos de propaganda sobre a manutenção do mais do mesmo, até que ontem lá anunciou que os factos obriga-lo-iam caso não baixasse os salários dos funcionários públicos e controlasse os gastos pelos lados da subsidiodependência.
Por cá mantemo-nos nos cinco minutos finais de um regime de partidos que não quer perder o eleitorado que, afinal, vistas as coisas pelo lado da verdadeira mobilização social, nunca teve. Ficou-se, então, pelo simbólico, pela purga dos altos rendimentos; ficamos à espera que o turismo floresça em Fátima para taparmos uns quantos buracos no orçamento.
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